quarta-feira, 13 de abril de 2011

Amir Slama

Depois de uma das semanas mais estressantes e cansativas da minha vida, estou aqui!! E gostaria de começar me desculpando pelo fato de ter meio que sumido por umas duas longas semanas. Mas, estou de volta! E trouxe para vocês hoje algo que tava afim de trazer a algum tempo.

Já tinha postado AQUI sobre um dos grandes empresários do mundo da moda brasileiro, Tofi Duek. Acabei gostando do assunto pois, além de se quebrar aquela ideia de que as mulheres é que mandam nas passarelas, aproxima a moda ao nosso universo masculino.
Eita povinho empreendedor, esse árabes!!
Hoje, continuo com um nome de peso da moda tupiniquim. Amir Slama, fundador da Rosa Chá – que, com certeza, vocês já ouviram falar, né?! Se não, pia praí!




É certo que esses árabes – Amir tem ascendência iraquiana -  tem tino pra negócios. Amir começou sua história no mundo das agulhas meio por acaso. Formado em História, ele se viu obrigado a levar pra frente o negócio de confecção de seu pai, logo que este adoeceu. Foi então que, com a ajuda de sua esposa Riva, deu início à produção desta que viria a ser uma grande marca de Beachwear mundial.
Amir e Riva.
Em 1997, já com várias lojas no Brasil a marca começa a interessar a mercados de outros países. Daí para as folhas da Vogue e para grandes lojas como Barney's ou a Teodore's foi um pulo... Com loja própria também na Europa e no bairro novaiorquino badaladíssimo do SoHo, o empreendedorismo de Amir se reflete em uma de suas frases: “ Não adianta ser um mestre da criação, tem que saber mostrar e colocar sei produto nos lugares certos, ou seja, não é só a criatividade que é instintiva, o restante tem que ser também.”
Croquis criados por Amir Slama.
Em maio de 2009, Amir vendeu o restante que tinha nos direitos da marca Rosa Chá pra empresa Marisol – dona de outras marcas como Tigor T. Tiger e Pakalolo (essa última eu adoro e recomendo!!). Ele hoje vive mais pra música e o próprio mundo do entretenimento, que também estão entre as suas paixões.: “A música era algo comportamental na minha vida. Mas a verdade é que estas sociedades em restaurantes e casas noturnas permitiram que eu ganhasse força para fazer moda de outro jeito.” Que jeito? Hoje tem uma grife de que leva seu nome. Essa não abarca o mundo fashion por opção do estilista: “A coleção vai direto para as araras e, quando você faz um desfile, você tem outro objetivo.”

Taí gente, mais um perfil de um Brasileirão que soube traçar uma carreira de sucesso neste mundinho da moda. Alguém se inspirou na história do rapaz??

Saudações empreendedoras, té já...

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